Jun 07

 

Mensagem do Bispo de Leiria-Fátima aos pais e encarregados de educação

Caros pais e encarregados de educação,

Durante estes dias e semanas decorrem as matrículas para o próximo ano lectivo nas escolas do Ensino Básico e Secundário.

Neste contexto, quero convidar-vos a reflectir sobre a importância da disciplina de Educação Moral e Religiosa Católica para a educação dos vossos filhos e educandos.

Dentro do processo educativo é de fundamental importância que todas as crianças, adolescentes e jovens recebam uma formação integral. Por isso, é-lhes oferecida a possibilidade de aprofundarem a dimensão religiosa do ser humano, à luz da mensagem cristã, para assim poderem orientar a sua vida de acordo com o seu sentido mais profundo.

Nessa mesma linha, mais do que nunca, é urgente propor-lhes pontos de referência, assim como princípios e valores, que não os deixem à deriva, mas que lhes permitam definir a sua própria identidade à luz do Evangelho, e capacitá-los para fazer face aos múltiplos desafios que a sociedades lhes apresenta, e para colaborarem na construção de um Mundo mais autêntico, solidário e fraterno.

Os novos programas de Educação Moral e Religiosa Católica, que entrarão em vigor neste próximo ano lectivo, são também uma nova possibilidade de renovação da disciplina para assim dar uma resposta mais adequada aos anseios e necessidades dos alunos.

São os pais e encarregados de educação, que, como primeiros responsáveis, devem escolher o tipo de educação que querem para os seus filhos e educandos e não devem nunca abdicar desta sua responsabilidade.

Leiria, 3 de Junho de 2008

† António Marto, Bispo de Leiria-Fátima

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Mai 27

Pedra, cascalho, ferro, pó e areia…

É certo que a Terra é formada por vários destes elementos, mas é também uma lugar de água, verdura e vida. Um lugar onde habitam milhares de espécies diferentes em muitas características, mas unidas na sua condição de seres vivos. E é precisamente a Vida que torna o nosso Planeta um lugar tão único na imensidão do Universo. Um lugar que merece a todo o custo ser preservado. Um lugar de paz e de fraternidade. Um lugar de equilíbrio…

“Lugar belo, maravilhoso, limpo” são alguns dos significados da palavra “Mundo” quando analisada de uma perspectiva etimológica. E de facto, no início o Mundo era um ecossistema perfeito, onde coexistiam em harmonia diversos seres. No entanto, com o aparecimento do Homem este equilíbrio foi sendo alterado, deixando o Mundo de ser este local perfeito. Alguma das provas mais evidentes dessa acção do Homem implicam apenas que olhemos à nossa volta e nos apercebamos das alterações climáticas. Outras, contudo, só são evidentes para as pessoas que sofrem as suas consequências, nomeadamente a Guerra, a exploração infantil, conflitos mundiais, etc.

Assim sendo a palavra Mundo não traduz fielmente aquilo que é a realidade actual em que vivemos.

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Mai 16

A sociedade está em permanente mutação e a disciplina de EMRC deve responder às solicitações que os novos problemas e os novos desafios lhe colocam, por forma a orientar a educação dos nossos alunos para finalidades que, sendo intemporais, estão ancoradas na história humana e devem responder às grandes questões que hoje se colocam.

A disciplina de Educação Moral e Religiosa Católica está em processo de revisão dos seus programas.

A implementação dos novos programas é um momento crucial na vida da Educação Moral e Religiosa Católica, constituindo um momento relevante para motivar e formar os seus docentes, condição essencial para o sucesso da implementação do programa.

No sentido de operacionalizar o novo programa de EMRC, e seguindo o calendário previsto, no ano lectivo 2008/2009 entram em vigor novos manuais para o 1º ano, o 5º ano e o 7º ano do Ensino básico e as Unidades Lectivas para o Ensino Secundário. O nosso colégio foi uma das escolas seleccionadas como escola piloto para testar os novos programas. Por isso, nos congratulamos com a novidade do SNEC.

O SNEC informa que fez publicar os seguintes manuais:

1º CICLO: 1º Ano: A Pérola;

2º CICLO: 5º Ano: Caminhos de Encontro

3º CICLO: 7º Ano: Desafios

ENSINO SECUNDÁRIO: 10º, 11º, 12º anos: Alicerces.

Mais informações em emrcdigital.com

Mai 15

Mai 14

Escrevo este artigo no dia 13 de Maio e não consigo deixar de pensar como as celebrações em torno do milagre de Fátima, apesar de serem das que mais pessoas movimentam no nosso país, são também das mais discutidas e polémicas. Sem entrar especificamente nas questões que originam tal debate, resolvi dedicar este artigo ao tema do diálogo religioso. De facto, compreender aqueles que hoje “se voltam para Fátima” pode requerer a mesma atitude que se solicita na compreensão de outras confissões religiosas, sejam elas cristãs ou não. Será que aquilo que tem separado as pessoas são suas convicções e valores mais profundos ou apenas a forma e ritual de vivência da sua fé?

Neste espírito relembro que a Igreja tem dedicado muito do seu tempo ao tema do diálogo religioso e que pede, a cada um de nós, que o faça também. Com certeza muitos dos leitores já ouviram falar de ecumenismo. Alguns pensarão que se trata genericamente do diálogo entre as várias religiões, mas, de facto, este nome aplica-se ao conjunto de ini­cia­tivas e actividades tendentes a favo­re­cer o regresso à unidade específica dos cristãos, que­bra­da no passado por diversos cismas e rupturas. O Concílio Vaticano II, teve como um dos seus prin­cipais objectivos promover esta unidade. O grau de separação difere consoante as Igre­jas e confissões religiosas cristãs. Por um lado, as Igre­jas Orientais (Ortodoxas), separadas por motivos relativamente externos à fé cris­tã, conservando as verda­des, os sa­cramentos e as estruturas essen­ciais da Igreja; e, por outro la­do, as Igrejas do Ocidente, surgidas com a Reforma Protestante, muito di­fe­ren­cia­das entre elas e apresentando maiores alterações de ordem dou­tri­ná­ria e disciplinar, embora mantendo em geral como elos de ligação a fé em Jesus Cristo, o amor à Escritura e a prá­ti­ca do Bap­tis­mo. Para animar e regular a acti­vidade ecuménica da parte da Igre­ja Católica, João XXIII criou o Secre­ta­riado para a União dos Cristãos, que João Paulo II elevou a Conselho Pon­tifício em 1988.

Outra vertente não menos importante do diálogo religioso é aquele que se dedica às religiões não cristãs. De facto, o diálogo que se esta­be­lece com os irmãos na fé, tendo em vista a edificação mútua, deve alar­gar-se também aos não crentes em Cristo. O Concílio Vaticano II é ainda hoje conhecido como o concí­lio do diálogo, destacando-se, de entre os seus documentos a Constituição Gaudium et Spes (diálogo Igreja/mundo), o De­cre­to Ad gentes (missões) e as De­cla­rações Uni­tatis redintegratio (ecumenismo) e Nos­tra aetate (diálogo inter-religioso).

Sónia Neves Oliveira

Mai 08

 

A IM já nasceu. Uma revista on-line inovadora que vem trazer ao universo dos média um novo conceito: divulgar o melhor que se faz no mundo para um mundo melhor, em qualquer campo que interesse á humanidade.

http://immagazine.sapo.pt

Mai 07

O Cristianismo é a religião daqueles que acreditam que Jesus Cristo é o Filho de Deus. Jesus Cristo é, para os cristãos, a grande mensagem de Deus à Humanidade. Veio anunciar a todas as pessoas a boa notícia da salvação, ou seja, o projecto para que todos possam ser felizes: viver o amor, a justiça e a verdade; trabalhando incansavelmente pela paz.

 

 

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Mai 06

Do Génesis ao Apocalipse.

Em Roma lê-se a Bíblia ininterruptamente em ambiente ecuménico nos últimos quatro anos. Franco Giacobini e Angela Goodwin, um casal de actores italianos, reúnem-se na cripta da igreja de Santa Lúcia de Gonfalone e na Igreja Valdesa, intercaladamente, para dar voz aos textos da Sagrada Escritura. Valdo Bertalot, secretário geral da Sociedade Bíblica Italiana, explica o sentido que tem ler ecumenicamente os textos sagrados. Dos livros que se lêem, há alguns que suscitam mais interesse entre as pessoas que participam na leitura a cada sexta-feira, entre eles, o Livro de Job. “Tive a sorte de realizar este projecto com a minha esposa. Quando estávamos a ler o Cântico dos Cânticos recordávamo-nos de quando tínhamos vinte anos; hoje são já mais de quarenta anos de matrimónio. Encontrar-se juntos cristãos de diversas confissões é um sinal do caminho comum em direcção ao Reino dos Céus” “O livro de Job foi talvez o que encheu mais a cripta, todas as cadeiras estavam ocupadas, pois apresenta a pergunta fascinante sobre o por que do sofrimento, da dor… Também causou grande interesse o livro do Canto dos Cânticos, alguns versículos dos profetas… sobretudo aqueles que têm força teatral. Job, por exemplo, presta-se muito a este diálogo entre Deus e o homem, entre os amigos…”

ⓒ Fonte

Abr 30

O Islão ou Islamismo (do árabe: مالسإلا - al-islam) é uma religião monoteísta que surgiu na Península Arábica no século VII, baseada nos ensinamentos religiosos do profeta Maomé registados no livro sagrado, o Alcorão.

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Abr 28

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Acaba de nascer a revista digital “Cristo e a Cidade” (www.cristoeacidade.com), que tem como objectivo de publicar textos de opinião originais sobre os mais diversos temas, sempre numa perspectiva cristã.
O primeiro número já se encontra on-line, esperando os promotores da iniciativa que a revista “cresça em divulgação e colaboradores”, com abertura “à participação de membros das várias Igrejas cristãs”.
“Participando, de modo exigente e rigoroso, nos debates que atravessam a sociedade contemporânea, os dinamizadores de Cristo e a Cidade propõem-se fazê-lo sem renunciar às exigências da razão nem às da fé cristã”, pode ler-se.

Fonte: www.agencia.ecclesia.pt